terça-feira, 28 de abril de 2015

2015 - CONFRATERNIZAÇÃO DA COMPANHIA



a Nossa 23ª Confraternização Anual

Pelas 9 horas da matina do dia 25 de Abril, parei a viatura na bomba de gasolina xpto para “tal como estava combinado” dar uma boleia  ao nosso Corneteiro. Pelos vistos “preocupado, não fosse falhar” já me esperava há largos minutos.

O Caeiro já tinha “confessado” que iria, mas algo apreensivo, pois pensava que os Camaradas não se recordariam “da sua pessoa”. Pelo sim pelo não, ofereci-lhe uma fotografia onde Ele está em destaque, que digitalizei para mostrar ao pessoal, e o compararem com o:
“Depois, e o Antes”.


Com as coordenadas do restaurante Dom Abade introduzidas no GPS, demos inicio à viagem, que decorreu sem incidentes mesmo debaixo de alguns aguaceiros conforme previra a meteorologia.

A responsabilidade da sua ida foi partilhada, pois coube também ao Camarada Isidro Catarino Nunes que “como combinamos” teve a obrigação de o trazer de volta são e salvo. Ia ser um feito histórico, porque finalmente estaria presente no convívio da rapaziada que com ele coabitou mais de 2 anos, aquele que com os seus toques nos punha a mexer ou até em Sentido, o que por vezes também, se esquecia da Nota.

(Durante a viagem, confessou-me que desde que saiu da guerra, nunca mais tocou corneta)

Uma vez chegados ao restaurante e por ser a primeira vez, teve a honra de ostentar no peito um crachá com o seu nome, e reparei que quase de imediato perdeu a timidez, abraçando os presentes como se os 44 anos de ausência tivessem sido na semana passada.


Enquanto que muita gente comemorava desde as zero horas, aquele a que chamam o dia da liberdade ?!!. "para alguns”, para nós Ex-Militares da Companhia de Caçadores 2504, era o “Dia da Amizade”.

E assim, apesar da crise e da meteorologia não ajudar em nada, mais de 40 pessoas estiveram presentes neste convívio.
Como bons guerrilheiros, sem mais delongas, passamos ao ataque...

Tu que não vieste, não te esqueças de comparecer no próximo. 

Nota de rodapé: Sabía-mos Sabíamos que o nome de baptismo do Conjunto Musical da nossa Companhia 2504 (Conjunto POP) esteve na origem do Nosso Batalhão 2872 ser conhecido como (Batalhão POP), só não sabia e descobri agora, que também o Fotógrafo do evento, teve o bom gosto de adoptar* a sigla POP para o nome da sua Empresa (FotoPOP).


E para memória futura, eis:
o Cardápio




(*) - Adoptar ou não adotar: Que me perdoem os leitores brasileiros deste blog, mas eu não irei, tão cedo, adoptar as regras do novo Acordo Ortográfico. Nunca concordei com os seus pressupostos e com a sua premissa de base. A língua portuguesa, escrita e falada, durante séculos em Portugal, é agora completamente desbaratada com esta clara cedência à forma de escrever do Brasil.
À custa da suposta uniformização da língua, iremos demorar muitos anos até que as novas regras estejam solidamente consolidadas e apreendidas nas nossas escolas, nos meios de comunicação, no exercício da escrita mais banal, no dia-a-dia. Por agora só gera confusão e mal-entendidos, como retirar a consoante muda "c" na palavra "espectadores" (que se transforma em "espetadores", entre outros exemplos).
Por isso, manifesto o interesse em continuar a utilizar a "velha" orotografia, neste blog e nos meus escritos pessoais/profissionais, até que se torne absolutamente obrigatório escrever à luz do novo "10"Acordo Ortográfico.

domingo, 26 de abril de 2015

Sigam-lhe o Exemplo.

Camaradas

Eis que finalmente nos foi entregue, a 1ª das histórias prometidas pelo Penafidelense
Carlos Alberto Fernandes Couto

Lembrar-se-ão que o Couto entre muitos outros atributos, se destacou pela sua destreza de mãos ao ser um exímio Condutar de volante, como também de toque na viola. É considerado o elemento fundador, do inesquecível
Conjunto POP que tão boas recordações trazem.


(Brilhando "as calças não enganam", numa actuação a bordo do UÍGE, na nossa viagem de ida) 

Sabe-se agora, apesar de prejudicado com o negócio, era vê-lo sorridente no palco nunca perdendo a pose e a boa disposição que o caracteriza, ainda bem evidente nos dias de hoje. Muito ligado ao acidente do qual fizemos parte, considero o Couto um dos bons Amigos que fiz na tropa.

Neste convívio afiou-me o desejo de um dia passar pela sua propriedade, para ver a estufa que construiu e “quem sabe, até” comer algo biológico tais como frutas, legumes, ou um pica-no-chão.

Pela sua descrição, parece que agora na altura da tão merecida reforma, é que começou a trabalhar…ehehe,
Mas: Quem trabalha por gosto, não se cansa.

Uma nota negativa… Chegou “e não foi o único” com algumas sopas de atraso à formatura do nosso Convívio
não constando por isso na foto de grupo.



 Camaradas:
Sigam-lhe o exemplo, "não no que respeita à sua forma expedita de se safar como conta" mas, enviando-nos as vossas histórias